21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher - 24.11.2023

Dados revelam persistente baixa presença das mulheres nos espaços de poder. TSE atua para tentar reverter esse quadro

Entre as pautas que antecipam o intenso debate até a realização das próximas eleições municipais, a dificuldade em se obter uma adequada representatividade feminina na esfera política está entre os mais importantes temas a serem enfrentados em 2024. Caracterizada por toda ação, conduta ou omissão que busca impedir, dificultar ou restringir os direitos políticos das mulheres – cis ou trans – em razão de gênero, a violência política contribui para a persistente sub-representação de mulheres nos espaços de poder.

21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher: sub-representatividade feminina na política. Ministra Cármen Lúcia

“A desigualdade é uma violência, mas nós não estamos mais no momento de buscar uma revolução eventual ou um movimento de mulheres. Nós somos mulheres em movimento histórico e inédito, sim; não é um ou outro movimento. Nós estamos em movimento permanente, para que consigamos vencer essa etapa de barbárie contra a civilização, que é de tratar um ser humano como se fosse desigual do outro por ele ser o que ele é”. A afirmação, feita pela vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, faz referência ao peso da violência política sobre as mulheres, mas também ressalta a existência de ações para incentivar eleições com inclusão e diversidade.

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