Seminário - O papel do Supremo nas Democracias - 14.11.2023

Em evento realizado nesta terça-feira (14), em São Paulo, vice-presidente do TSE defendeu o papel da Justiça Eleitoral na garantia da democracia

“A única flor que garante a liberdade de cultivar o que você quiser na vida é a flor da democracia. Tudo mais é erva daninha. Nunca façam concessões com isso. Não vale a pena”. A declaração foi feita pela vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, nesta terça-feira (14), ao participar do seminário “O Papel do Supremo nas democracias”, que acontece em São Paulo.

A ministra integrou o painel “O Judiciário como condutor de processos eleitorais”, juntamente com a professora Carla Luís, investigadora e integrante do The Electoral Integrity Project na Universidade de Coimbra, e o procurador-geral de Justiça do Estado de São Paulo, Mario Sarrubbo. O debate foi mediado pelo jornalista Ricardo Correa, coordenador de Política São Paulo do jornal O Estado de S. Paulo (Estadão), entidade organizadora do evento iniciado nesta terça, que ocorre na Universidade Presbiteriana Mackenzie.

No encontro, a ministra reforçou o papel e a importância da Justiça Eleitoral, destacando que essa Justiça Especializada foi criada em 1932, há 91 anos, exatamente para dar uma resposta à sociedade diante de um quadro eleitoral extremamente complicado, com muitos vícios e com uma falta de confiança enorme por parte das eleitoras e dos eleitores.

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