Relatório de Aijes contra Bolsonaro e Braga Netto, então candidato à reeleição, detalham os argumentos da acusação e da defesa

O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Benedito Gonçalves, apresentou, na sessão desta terça-feira (24), o relatório referente a duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes) e a uma representação especial ajuizadas contra o ex-presidente da República e então candidato à reeleição nas Eleições 2022, Jair Bolsonaro, e seu candidato a vice na chapa, Walter Souza Braga Netto.

Movidas pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT) e pela então candidata à Presidência no pleito do ano passado Soraya Thronicke, as ações apontam o uso ilegal de bens materiais, imateriais e de servidores da União, em desvio de finalidade eleitoreiro, nas comemorações do Bicentenário da Independência, no dia 7 de setembro de 2022.

Os autores pedem a inelegibilidade de ambos por suposta prática de abuso de poder político e econômico e uso indevido dos meios de comunicação, inclusive com gastos públicos em beneficio da campanha eleitoral, em eventos de caráter oficial.

Os relatórios referentes às Aijes 0600972-43 e 0600986-27, bem como à Representação Especial 0600984-57 trazem os argumentos da acusação e da defesa, as alegações finais apresentadas pelas partes e o parecer da Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE).

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