Retrospectiva TSE 2023

Confira as iniciativas do TSE de valorização das mulheres, pessoas negras, com deficiência e indígenas durante o ano

Fazendo jus ao nome Tribunal da Democracia, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2023, realizou diversas ações para garantir o direito de votar e ser votado de grupos minorizados, como mulheres, pessoas indígenas, negras, quilombolas e com deficiência.

Além disso, a Corte promoveu mudanças no cadastro eleitoral, para torná-lo mais inclusivo, bem como diversos eventos e ações de valorização desses segmentos da sociedade, sempre com um só propósito: tornar o processo eleitoral cada vez mais democrático.

Todos esses assuntos são destaques desta segunda matéria da série de reportagens Retrospectiva 2023, que a Secretaria de Comunicação e Multimídia do Tribunal (Secom) divulga, de 21 a 29 deste mês, no Portal do TSE. Confira a seguir!

Estudos

A Escola Judiciária Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (EJE/TSE) é um dos órgãos da Corte que atua na promoção de políticas de diversidade por meio da capacitação, que é oferecida a toda a sociedade. O X Encontro Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais (Eneje), que ocorreu em maio, discutiu temas como cidadania, diversidade e direitos ao comemorar os 20 anos da EJE/TSE. Ainda durante o evento, foram anunciados os vencedores do II Concurso de Boas Práticas das EJEs; entre elas, ações voltadas à população indígena, às pessoas negras e de incentivo à participação feminina na política. Já no XI Eneje, em novembro, foi anunciada a criação de Grupos de Pesquisa (GP) formados por pesquisadores de todo o país, estruturados em quatro linhas, sendo uma delas: Inclusão e Diversidade.

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